No passado, a filtragem era realizada por componentes discretos como capacitores, indutores e resistores, enquanto que a proteção contra ESD era realizada por dispositivos também discretos como diodos. No entanto, os equipamentos modernos como celulares, operam com sinais mais rápidos exigindo proteções apropriadas e que, além disso, ocupem menores espaços.
Assim, dispositivos de proteção integrados são melhores no sentido de que, sendo menores, produzem menores indutâncias nas placas, uma vez que as interconexões internas são muito mais curtas. Isso significa que os filtros com componentes discretos não atuam somente em função dos valores de seus componentes, mas inclusive em função das eventuais indutâncias parasitas que aparecem na sua conexão numa placa.
Na figura 1 temos as curvas de filtros com componentes discretos e filtros integrados como da linha IPAD da ST. Observe os diagramas equivalentes com a inexistência de indutâncias parasitas.

Os filtros EMIF (Electromagnetic Interference Filters) possuem três funções: a primeira é filtrar a EMI/RFI, a segunda proteger as entradas e saídas contra a ESD e a terceira transmitir de modo eficiente os dados da entrada para a saída. A seguir, analisaremos as condições de testes para estes dispositivos.