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O II Simpósio Regional ABESE Sudeste, realizado em Vitória (ES), se constitui em um verdadeiro “divisor de águas” para o mercado de segurança eletrônica do estado. O evento, promovido pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), recebeu cerca de 100 empresários interessados em conferir as palestras realizadas pelos diversos especialistas presentes. Na ocasião, os participantes conferiram diversos temas importantes para o sucesso de qualquer empresa de segurança eletrônica, além de se conscientizarem da necessidade de investimento em capacitação como forma de organizar e desenvolver este segmento. “Agora, podemos afirmar que o setor de segurança do Estado tem dois períodos: o pré e o pós-simpósio. Foi nítida a motivação dos participantes em colocar o conteúdo absorvido em prática”, revela o presidente do Sindicado das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do Espírito Santo, Rony Carneiro Rodor. Os presentes puderam conferir cases de sucesso, como, por exemplo, o Centro Integrado Operacional de Defesa Social (CIODES), localizado em Vitória. O local é conhecido por integrar a Polícia Militar, a Guarda Civil Metropolitana e o Corpo de Bombeiros, e também oferecer tempo-resposta de oito minutos. E ainda assistiram a duas palestras proferidas por dois renomados consultores do mercado. O evento contou com duas palestras. Uma delas tratou do tema “A Nova Visão da Implantação dos Sistemas de Segurança”, Ministrada por David Fernandes. A palestra girou em torno da necessidade da empresa em oferecer um planejamento estratégico e uma análise de risco minuciosa para os clientes. Segundo ele, um componente de sistema eletrônico de segurança não deve ser escolhido de forma aleatória. Hoje, é preciso analisar todas as variáveis internas e externas para, então, elaborar o melhor projeto. Em seguida, foi a vez de Daniel Coelho falar sobre “Monitoramento Público”. Em sua palestra, o consultor destacou as situações onde este tipo de prática é legal ou ilegal. Segundo Coelho, as imagens obtidas a partir do CFTV podem ser utilizadas caso haja autorização do indivíduo ou para garantir a ordem privada ou pública, como a administração e manutenção da justiça (desde que autorizadas pelo Poder Judiciário). Para fechar o simpósio, o palestrante Marcos Menezes falou sobre “Supervisão de Instalação e Manutenção de Equipamentos de Segurança Eletrônica”. O consultor defendeu a importância de seguir diretrizes padronizadas em todo o processo que envolve a instalação de sistemas eletrônicos de segurança, de modo a garantir qualidade, uniformidade, organização e controle de todo o serviço. Para ele, tudo gira em torno de procedimentos. Se estes forem bem executados, a instalação terá pleno sucesso e conformidade. |