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O Brasil precisará de R$ 10,2 bilhões para alavancar a evolução do setor de empreendedorismo inovador no País. A conclusão é do inédito sobre estudo "Parques Tecnológicos no Brasil", desenvolvido pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). A pesquisa foi desenvolvida durante o ano de 2007. Dos 57 parques tecnológicos brasileiros identificados, 35 foram analisados. Já no cenário internacional, os países estudados foram França, Reino Unido, Espanha, Irlanda, Finlândia, Japão, China, Índia, Coréia do Sul, Taiwan, Cingapura, Malásia, Nova Zelândia e Estados Unidos. Depois da conclusão do mapeamento, o estudo fez a classificação para definir padrões e parâmetros de avaliação e comparação. Por fim, estabeleceu-se visão de futuro dos parques tecnológicos, proposições de políticas públicas e programas de apoio aos centros e as empresas neles instaladas. Segundo José Eduardo Fiates, dirigente da Anprotec e responsável pela pesquisa, nenhum dos parques tecnológicos brasileiros contribui de maneira efetiva para o desenvolvimento científico, tecnológico e econômico do país. “É preciso que haja estratégia política para equilibrar e otimizar o potencial do Brasil. A atuação desses centros precisaria estar mais integrada às necessidades regionais e às prioridades econômicas brasileiras. Sem esses elementos, tampouco sem o aporte de universidades ou instituições de pesquisa, fica difícil gerar desenvolvimento sustentado", acrescenta Fiates. |